O memorial em homenagem a Oscar Schmidt aconteceu nesta sexta-feira no Clube Sírio, em São Paulo, marca o último adeus do jogador, que faleceu aos 68 anos no dia 17 de abril. A cerimônia, realizada em parceria com o Esporte Clube Sírio, iniciou com uma missa restrita a familiares e foi aberta ao público ao longo da manhã.
Familiares organizaram o Memorial para compartilhar a lembrança com fãs e parceiros. Filipe Schmidt, filho do atleta, enfatizou que a abertura ao público completou a despedida, deixando o momento mais significativo para quem acompanhou a carreira do Mão Santa ao longo dos anos.
No ginásio do Clube Sírio, o público pôde rever fotos da vida de Oscar Schmidt além das quadras, incluindo imagens do Sírio campeão mundial de 1979. Recortes de imprensa destacaram feitos como o título Pan-Americano de 1987, lembrado inclusive pelo The New York Times.
A urna com as cinzas de Oscar esteve em destaque, acompanhada de medalhas, taças e a estátua de honra que integrou o Hall da Fama do Basquete em 2013. Ao lado, itens que simbolizam a longa trajetória do atleta foram expostos para visitação pública.
A repercussão internacional da carreira de Oscar também foi lembrada. A família destacou que a decisão de permanecer no Brasil e atuar pela liga nacional foi um marco, motivo de orgulho para o atleta conforme lembrado pelo filho.
Despedida das lendas
Lendas do basquete brasileiro marcaram presença para homenagear Schmidt. Ex-colegas destacaram o espírito de equipe, a dedicação e a profissionalismo que conduziram Oscar a conquistas nacionais e globais, preservando o legado de união e competitividade do Sírio.
A presença de ex-companheiros reforçou o papel de Oscar como referência técnica, destacando ainda o impacto de sua carreira não apenas na modalidade, mas também na forma como defendia a seleção brasileira em Pan-Americanos, Mundiais e Olimpíadas.
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