Mitch Evans venceu a segunda corrida do ePrix de Berlim, em um GP marcado por caos, toques e abandonos de favoritos. A prova teve estratégias diversas e terminou com a confirmação de Evans no topo, seguido por Wehrlein e Rowland em posição de pódio momentaneamente. Drugovich ficou entre os dez primeiros.
Logo na largada, o pole Pascal Wehrlein manteve a liderança, mas Taylor Barnard e Nick Cassidy superaram o alemão já na primeira volta, iniciando um período de menor rendimento para a Porsche. O desenrolar exibiu várias mudanças de posição ao longo das primeiras voltas.
Na volta 4 houve toque entre Cassidy e Nyck de Vries, levando à quebra da suspensão da Mahindra e ao abandono do holandês. Cassidy pediu reparos via rádio, mas também abandonou posteriormente após contato com Sébastien Buemi, da Envision.
A liderança percorreu diferentes integrantes, com Eriksson, Vergne e Rowland disputando o comando enquanto Drugovich, na Andretti, mantinha-se com ritmo estável, cruzando a linha em nono lugar e somando pontos na rodada em Berlim.
No terço final, Wehrlein retomou a ponta após uma sequência de paradas estratégicas, mas Evans, com um minuto de vantagem no attack mode, reassumiu a liderança na volta 33. Pouco depois houve Full Course Yellow por acidente envolvendo Müller e Costa.
Os comissários avaliavam o resultado após a prova devido a uma investigação sobre Rowland, suspeito de ter ultrapassado Wehrlein durante bandeira amarela, o que pode alterar a configuração final dos troféus.
Evans celebra a vitória, com Wehrlein em terceiro lugar e mantendo a liderança no campeonato mundial, enquanto Drugovich soma pontos importantes ao terminar entre os dez. A conclusão do resultado está pendente de avaliação oficial.
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