O Cincinnati Bengals intensificou a construção do elenco em 2026, com foco na defesa. A equipe adicionou quatro titulares projetados: Dexter Lawrence, Jonathan Allen, Boye Mafe e Bryan Cook. A movimentação visa corrigir falhas defensivas que se repetiram nas últimas temporadas.
A troca que mais chamou atenção envolveu Lawrence, adquirido do Giants mediante a troca do top 10 do draft. A equipe também trouxe Mafe, vindo dos Seahawks, para o setor externo, enquanto Allen reforça a linha interna. Cook deixou o Chiefs, retornando à cidade de origem.
O objetivo é equilibrar o calcanhar de Aquiles defensivo. Nos anos anteriores, o ataque de Joe Burrow mantinha o ritmo, mas a defesa ficava atrás, atrapalhando as pretensões de playoffs. Burrow expressou entusiasmo com as mudanças, destacando a necessidade de conquistar um nível de jogo mais estável.
Além das aquisições de 2026, o Bengals apostou em jovens talentos no draft. Cashius Howell foi escolhido para oferecer estratégia de pressão, ao lado de Myles Murphy e Shemar Stewart. A comissão técnica pretende que os novos nomes elevem o desempenho coletivo na linha defensiva.
Burrow afirma que o time está no estágio de pico físico, com burburinho de que o grupo pode alcançar previsível evolução defensiva. A meta é que a defesa se solidifique para permitir que o ataque, quando necessário, se mantenha dominante. Ele aponta que o grupo precisa demonstrar consistência em campo.
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