O programa de benefícios da Fifa para clubes, que indeniza equipes pela cessão de jogadores para a Copa do Mundo, teve o seu total ampliado para 2026. Serão distribuídos US$ 355 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão), ante US$ 209 milhões pagos nas duas edições anteriores. A mudança acompanha a expansão de 32 para 48 seleções.
A elevação do montante não ocorre apenas pela inclusão de mais times. A Fifa passou a contemplar jogos das Eliminatórias e dos playoffs entre as partidas que geram pagamentos por atletas convocados. Dessa forma, mais partidas entram no cálculo da indenização.
O novo patamar de recursos também decorre da ampliação do quadro de seleções participantes. A entidade justifica que o aumento da oferta de jogos eleva o fluxo de jogadores convocados, ampliando a necessidade de compensação aos clubes formadores.
Em 2022, o programa indenizou 440 jogadores por toda a FIFA. No Brasil, o Flamengo foi o clube que mais recebeu, com US$ 883 mil. Esses números ilustram a distribuição por país e por clube, conforme as convocações para o Mundial do Catar.
O episódio desta semana do Explica Aí, com o apresentador Rizzo, detalha o funcionamento do programa da Fifa e o impacto financeiro para os clubes que cedem atletas para a Copa do Mundo. A gravação explicita como os valores são definidos e repassados.
No contexto brasileiro, a cobertura analisa como as indenizações influenciam as finanças de clubes que revelam em suas estruturas a formação de talentos. A matéria também contextualiza a diferença entre receitas recebidas por clubes de maior expressão e clubes menores.
A reportagem aponta ainda que a confirmação de quem é convocado costuma ocorrer próximo aos anúncios oficiais da seleção. A divulgação de números detalha o volume de pagamentos por país e por clube, sem considerar opiniões ou análises subjetivas.
Entre na conversa da comunidade