Djalminha, Romário e Renato Gaúcho ficaram fora de Copas do Mundo por episódios de indisciplina ou controvérsias envolvendo a comissão técnica. O caso de Djalminha, a agressão a um técnico, precedeu a convocação para 2002. Romário ficou fora de 1998 por decisão da comissão técnica. Renato Gaúcho foi cortado para 1986, em meio a atraso de concentração.
A história envolve o meia Djalminha, que atuava pelo Deportivo La Coruña na época. O episódio ocorreu em treino com a seleção brasileira na preparação para a edição de 2002, na Coreia do Sul e Japão. O técnico Luiz Felipe Scolari decidiu pela não convocação após a agressão ao treinador Javier Irureta.
Romário, então destaque da seleção, acabou não indo à Copa de 1998, realizada na França. O treinador Zagallo justificou com lesão na panturrilha, mas a imprensa e o atacante divergiram, gerando forte repercussão na época.
Antes da Copa de 1986, no México, Renato Gaúcho foi afastado após se atrasar para a concentração, em solidariedade ao companheiro Leandro, que também não viajou. A decisão foi tomada pelo técnico Telê Santana, encerrando aquela participação de Renato na competição.
Casos históricos
Em 2002, Djalminha desferiu cabeçada em Javier Irureta e impediu cobranças de pênalti durante treino. A confusão levou à substituição do jogador na lista final de Felipão, abrindo vaga para Kaká.
Em 1998, Romário alegou estar em condições físicas ideais, enquanto Zagallo citou lesão para justificar a ausência. A decisão ficou marcada como um desgaste entre técnica e ídolo da seleção tetracampeã da edição anterior.
Em 1986, Renato Gaúcho, junto com Leandro, não viajou à Copa do Mundo após atraso em concentração. A medida retirou dois nomes da lista final, repercutindo no futebol brasileiro da época.
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