O São Paulo aguarda a nomeação de um novo diretor de marketing para avançar as negociações dos naming rights do Morumbi. O contrato atual com a Mondelez vence no fim deste ano, e a BYD, fabricante chinesa de veículos elétricos, também manifestou interesse.
Eduardo Toni deixou o clube na última quinta-feira após um impasse na tratativa com a Unimed Seguros para a barra traseira da camisa. O Conselho de Administração vetou a participação de uma intermediária, a corretora New Honest, que seria paga em torno de R$ 4,5 milhões dos R$ 45 milhões previstos.
A prioridade é renovar com a Mondelez, avaliada de forma positiva pela diretoria pela adesão do naming Morumbis pela torcida. Hans Massa, presidente, aponta que o nome consolidado facilita a identificação com o público.
O acordo assinado em 2023 prevê R$ 75 milhões ao São Paulo, equivalentes a R$ 25 milhões por ano. A diretoria pretendia iniciar as conversas de renovação em novembro passado, mas o cenário financeiro da Mondelez foi marcado pela crise global do cacau.
A BYD, por sua vez, mira oportunidades no futebol brasileiro, incluindo naming rights para o Morumbi. As tratativas foram iniciadas anteriormente pelo ex-presidente Julio Casares, mas foram interrompidas com a renúncia dele.
Caminhos futuros
Com a chegada de um novo executivo de marketing, o São Paulo deve definir estratégias para avançar as negociações com Mondelez e avaliar o interesse da BYD de forma estruturada. A direção mantém o objetivo de manter o naming atual ou somente superior, conforme avaliação interna.
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