A FIA anunciou alterações na divisão de potência dos motores da Fórmula 1 para a temporada 2027. A decisão, tomada após uma reunião online entre chefes de equipe, gestores da Fórmula 1 e representantes das cinco fornecedoras de motores (Ferrari, Ford, Honda, Audi e Mercedes), altera a participação de cada parte na potência total do carro. O objetivo é redefinir o equilíbrio entre combustão interna e energia elétrica.
Para 2027, a potência do motor de combustão interna passará a representar 60% da potência total, enquanto o sistema elétrico ficará com 40%. O ajuste fica completo com um aumento de cerca de 50 kW na potência de combustão interna, que chegará a 400 kW, acompanhado de uma redução correspondente no sistema de recuperação de energia. A mudança ocorre após uma configuração atual de 50%/50% ser reavaliada pelos responsáveis.
Nesta temporada, as alterações anteriores já elevaram a potência elétrica para 350 kW, enquanto a combustão caiu de 550 kW para 400 kW. A divisão, que antes rodava em torno de 53-47%, passou a ser tratada publicamente como 50-50%, para facilitar a compreensão do público. A reunião de sexta também revisitou mudanças implementadas pela FIA na pausa de abril, destinada a reforçar a segurança dos pilotos.
Mudanças para 2027
- Elemento: alteração na distribuição de potência entre motor de combustão interna e energia elétrica.
- Em conversa com dirigentes, ficou registrado que o ajuste visa equilibrar desempenho e eficiência na categoria.
- A FIA não informou novas datas de implementação nem detalhes operacionais adicionais.
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