Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Grandes Slams de tênis recusam discutir dinheiro; jogadores avaliam boicote

Jogadores ameaçam boicotar os Grand Slams por maior fatia de receitas; as torneias continuam sem resposta, elevando a pressão por negociação.

Aryna Sabalenka hits a return against Barbora Krejcikova
0:00
Carregando...
0:00

Ariya Sabalenka anunciou durante a preparação para o Italian Open que as grandes disputas de pagamento no tênis devem evoluir para um boicote. A líder do ranking afirmou que a medida pode ser necessária para defender os direitos dos jogadores diante dos torneios de Grand Slam.

No ano passado, a primeira carta dos tenistas aos Slam descreveu pedidos por uma parcela maior da receita destinada aos atletas, além de fundos de bem-estar e a criação de um conselho de jogadores dos torneios. Até agora, as respostas dos organizadores não foram substanciais.

Durante muito tempo, houve ceticismo sobre a união entre as maiores estrelas. Querelas públicas com declarações de Alcaraz e Sinner mostraram divisões. Nesta semana, porém, houve uma frente comum entre homens e mulheres de ponta, defendendo mais participação financeira.

Mudança de tom e apoio entre as quadras

Coco Gauff destacou que a voz das favoritas pode favorecer jogadores de rankings menores. Iga Swiatek reiterou a insatisfação com a atual divisão de renda dos Slam. Jannik Sinner criticou a falta de respostas dos organizadores e disse que os Slam não tratam os atletas com o devido respeito.

A possibilidade de implementação de um boicote parece improvável no momento, dado o elevado faturamento dos grandes torneios. Ainda assim, os atletas mantêm o foco em seus objetivos pessoais e a importância de revisões na distribuição de recursos.

Contexto financeiro e pontos de discórdia

A fatia de 13-15% da receita total destinada aos jogadores é considerada baixa pelos atletas. O anúncio de prize money do Roland Garros foi visto como desconsideração às demandas, com ganhos que, ao ajuste de inflação, representam menos de 14% desde 2019.

Os grandes Slams defendem que a maior parte do dinheiro retorna ao esporte, com investimentos em infraestrutura e federações nacionais. Wimbledon, por exemplo, destinou grande parte de seu superávit à Lawn Tennis Association. Esse cenário alimenta o descompasso entre as partes.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais