Charles Leclerc corre risco de fracasso histórico na Ferrari neste fim de temporada. O piloto monegasco não vence desde o GP de Austin, em 2024, e pode chegar ao GP da Itália sem triunfos em 41 corridas consecutivas. O jejum seria o maior desde sua chegada à equipe.
O desempenho recente não tem correspondido ao brilho de 2024. Apesar de poles e atuações competitivas, falhas técnicas e estratégias adversas frearam as vitórias, ampliando a distância para o título de construtores da Ferrari.
O episódio de Austin ficou marcado pela ultrapassagem decisiva de Leclerc, que partiu da quarta posição para vencer após a briga entre Verstappen e Norris. Naquela prova, a equipe italiana abriu boa expectativa para a temporada seguinte.
O que está em jogo
Leclerc soma 41 provas sem vencer, superando marcas anteriores de 2020 e 2021. A marca pode se confirmar sem vitória até Monza, ampliando o jejum para o período mais longo desde sua chegada à Ferrari.
Quem está envolvido
A Ferrari é a equipe central da história, com Leclerc no papel de protagonista. Verstappen e Norris aparecem como referências do campeonato, cuja disputa influencia o cenário de Monza.
Quando e onde
O risco de maior jejum se materializa ao longo da temporada 2026, com foco na etapa italiana no Circuito de Monza, palco histórico da Fórmula 1. A prova é vista como um teste de consistência para a equipe de Maranello.
Por que isso importa
O 41º Grande Prêmio sem vitória tende a impactar o ânimo da equipe e a avaliação pública do projeto esportivo. Mesmo sem conclusão, o episódio revela desafios de performance, estratégia e confiabilidade já enfrentados pela Ferrari.
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