Com a divulgação de uma asa traseira rotativa no GP de Miami, a Red Bull ampliou o debate sobre inovações na F1 2026, superando a Ferrari na exposição pública da solução. A equipe austríaca apresentou uma versão que, segundo a leitura inicial, pode oferecer maior eficiência aerodinâmica em comparação com o projeto da rival italiana.
A Ferrari já havia revelado uma asa traseira com rotação da parte superior durante os testes de pré-temporada, recebendo elogios por sua criatividade. No entanto, o modelo italiano gerou apelidos entre especialistas e fãs, e permaneceu sob escrutínio por não ter obtido sucesso definitivo nas primeiras corridas.
Cronologia das aparições
A Ferrari manteve o desenvolvimento ativo desde os testes no Bahrain e na China, onde a asa foi testada nas qualificações e na corrida apenas no treino livre, devido a limitações técnicas. Em Monza, após o GP do Japão, a equipe testou uma versão revisada durante filmagens do SF-26, buscando alinhar dados do simulador com a prática na pista.
Diferentes caminhos de implementação
A Red Bull entregou uma solução distinta: a asa gira de trás para cima, com atuador central, ao contrário da orientação frontal da Ferrari. O movimento resulta em uma abertura maior, sob uma concepção que não utiliza atuadores nos cantos. Linguagem técnica aponta que o método facilita o uso em condições diversas de pista.
Intenção e cronologia do desenvolvimento
O time manteve o desenvolvimento em sigilo, segundo apuração do The Race, que aponta início dos trabalhos em novembro do ano anterior, alinhado à leitura das novas regras de 2026. O objetivo era explorar um conceito com potencial de reduzir arrasto e melhorar a eficiência aerodinâmica sem depender de mudanças radicais na base do carro.
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