Marcelo Paz, diretor executivo de futebol do Corinthians, questionou a decisão da arbitragem sobre o gesto de Bobadilla, do São Paulo, durante o clássico em Itaquera. A diferença foi não expulsar o jogador, como interpretado pela torcida alvinegra. O jogo terminou 3 a 2 para o Corinthians.
Paz classificou o gesto de Bobadilla como ofensivo, comparable ao que levou à expulsão de jogadores de outros clubes em partidas anteriores. Ele afirmou que, se o gesto tivesse ocorrido em um restaurante, seria considerado ofensivo. Em seguida, pediu esclarecimentos formais à Comissão de Arbitragem da CBF.
O dirigente também mencionou a subjetividade da regra atual sobre gestos obscenos, dizendo que é um tema novo e sem compreensão absoluta. Ele reforçou que a situação não pode passar sem resposta, sob pena de abrir precedente para ações semelhantes.
Pedido de esclarecimentos e contexto disciplinar
A partida teve momentos de tensão além do gesto, com agressão a Calleri e impactos de objetos arremessados da arquibancada durante a celebração do gol. O árbitro Anderson Daronco distribuiu cartões a jogadores de ambos os lados.
O gol do São Paulo surgiu de erro de Raniele na saída de bola, ainda no primeiro tempo, que manteve o confronto aberto. O Corinthians voltou com força na segunda etapa, chegando ao 3 a 1 e garantindo a vitória em casa.
Técnico do Timão, Fernando Diniz, comentou que o erro de Raniele não apagou o desempenho positivo da equipe, destacando coragem e domínio na construção de jogadas. A vitória refletiu a confiança do time diante do rival tricolor.
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