A menos de um mês para a Copa do Mundo de 2026, no Canadá, Estados Unidos e México, o futebol mundial encara o efeito da série de lesões que já afeta várias seleções. A lista de indisponíveis cresce, com 11 jogadores ainda lutando pela forma ideal para o torneio.
Entre os afectados estão Lamine Yamal e Rodri (Espanha), Kylian Mbappé (França), Luka Modric (Croácia) e Estevão, Éder Militão, Raphinha e Alisson (Brasil). Também constam Cristian Romero (Argentina), Arda Guler (Turquia e Rúben Dias (Portugal).
O Brasil é o país com mais casos, com três desfalques confirmados: Estevão, Raphinha e o goleiro Alisson. Rodrygo e Éder Militão já foram cortados e estão em recuperação após cirurgias. A tendência é que as recuperações avancem conforme o calendário avança.
Casos de superação ao longo da história mostram caminhos diferentes para a Copa. Messi, Ronaldo e Zidane já superaram lesões que reforçaram seus arcos em edições anteriores, mantendo o foco no objetivo de disputar o Mundial.
Zico, em 1986, lesionou o joelho direito e retornou ainda no mesmo fim de temporada, chegando à Copa do Mundo. Ronaldo, em 2002, venceu uma grave lesão no tendão patelar e brilhou como artilheiro do torneio. Neymar também já passou por cirurgias que o aproximaram do povo da Copa.
Zidane disputou a Copa de 2002 mesmo com ruptura de quadríceps em amistoso pré-Copa. Messi, em 2010, retornou a tempo para estrear na fase de grupos. Rooney, em 2006, recuperou-se a tempo de jogar pela Inglaterra. O histórico mostra recuperação rápida e foco no torneio.
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