O investimento na venda da SAF do Vasco está estruturado em quatro “potes” para separação de recursos. A proposta é que cada parcela corresponda a uma finalidade específica do negócio.
De acordo com informações de Lucas Pedrosa, a divisão prevê o primeiro pote para o futebol. O segundo destinaria o fluxo de caixa, com a diferença coberta pelo grupo caso o faturamento anual fique abaixo de uma projeção.
Divisão do investimento
O terceiro pote centraria a reforma do CT Moacyr Barbosa, com previsão de 100 a 120 milhões de reais para modernizar o centro de treinamento. O quarto envolve a quitação ou reorganização das dívidas, estimadas em torno de 1,3 bilhão, com potencial queda para cerca de 750 milhões pela Recuperação Judicial.
A ideia é que o fluxo gerado pelo clube permaneça dentro do universo esportivo. Em termos práticos, se o Vasco vender um jogador por 100 milhões, o montante seria reinvestido integralmente no futebol.
A sociedade do empresário Marcos Lamacchia, responsável pela proposta, busca alinhar investimentos com metas de curto e médio prazos. Ainda não há confirmação sobre valores finais ou cronograma de implementação.
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