O dólar cotado não foi suficiente para esconder o problema: o preço de ingressos para a Copa do Mundo de 2026, nos EUA, Canadá e México, vem sendo questionado por fãs e analistas. Em uma fase recente, a Fifa elevou o valor de algumas entradas para a final, em New Jersey, a quase 33 mil dólares. A venda ocorre via Mercado de Revenda da Fifa, com faixas que variam bastante.
Segundo relatos, o encargo máximo para a final pode chegar a números astronóficos, com exemplos citados de ingresso de alto valor na casa das dezenas de milhares de dólares e, em alguns casos, itens exceptionalmente caros no mercado secundário. No grupo de abertura dos Estados Unidos, contra o Paraguai, havia entradas anunciadas por valores iniciais que superavam mil dólares. Os números acendem o debate sobre acessibilidade para torcedores comuns.
A discussão envolve a gestão da Fifa e o presidente Gianni Infantino, que defende que o torneio será o mais inclusivo já realizado, em meio a críticas sobre a dinâmica de precificação e a lucratividade de pacotes de hospitalidade. Observadores indicam que, somados a hospedagem e deslocamento, o acesso às principais partidas fica restrito a quem pode pagar volumes elevados de dinheiro. A polêmica volta a questionar o equilíbrio entre entretenimento e mercado.
Entre na conversa da comunidade