Em entrevista ao podcast Pit Stop, Mattia Binotto, chefe de equipe da Audi, detalhou o processo que levou a equipe a selecionar Gabriel Bortoleto para o projeto na F1 em 2026. O dirigente descreveu as qualidades que pesaram na decisão de integrar o brasileiro ao elenco.
Binotto disse que, inicialmente, não acompanhava de perto a trajetória de Bortoleto, mesmo após o piloto vencer na Fórmula 3 e chegar à Fórmula 2. A percepção mudou ao observar o desempenho além dos números.
Segundo o chefe da Audi, a avaliação foi além da velocidade em pista. O foco ficou na atitude e na forma como o piloto encara desafios, perguntas incomuns e situações fora do ambiente estritamente automobilístico.
A partir dessa abordagem, Binotto afirmou ter visto consistência no perfil de Bortoleto, considerado alinhado ao objetivo de longo prazo da montadora para o seu programa mais ambicioso em décadas. O relato reforça a importância de atributos comportamentais na formação de equipes na F1.
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