A CBF vive um período de calma política e avalia o futuro a médio e longo prazo, com a possível renovação contratual de Carlo Ancelotti até 2030. A decisão envolveria a gestão de Samir Xaud e a direção da entidade.
Analistas internos avaliam que a permanência do italiano se encaixa no planejamento de fortalecimento da seleção para as próximas etapas. Ancelotti estaria satisfeito e teria boa relação com jogadores e com a direção da CBF.
A ideia é manter o treinador no cargo por um ciclo completo, acima do mandato atual, para desenvolver identidade e consistência competitiva, além de alinhar calendário, fair play financeiro e arbitragem profissional.
Contexto político na CBF
O grupo que chegou ao poder divide atribuições e tem mostrado maior estabilidade institucional. Samir Xaud atua como rosto da nova gestão e cumpre o acordo de manter a linha de trabalho. Fernando Sarney permanece com menos participação diária, porém em contatos positivos com o grupo.
Os bastidores destacam a participação de Gustavo Feijó como diretor de seleções, com atuação mais discreta para favorecer as decisões técnicas de Rodrigo Caetano, coordenador, e de Ancelotti na montagem da equipe.
Outro eixo envolve comissões técnicas e o controle de gastos, já que a CBF elevou investimentos administrativos e no projeto da seleção. A eventual renovação com Ancelotti reforça esse viés de planejamento de longo prazo.
Entre na conversa da comunidade