O imbrógló da SAF do Botafogo ganhou um novo capítulo nesta terça-feira (12). A Eagle solicitou à Justiça a suspensão do movimento preparatório da recuperação judicial da Sociedade Anônima do clube. A informação foi veiculada pelo portal ge.
A defesa da Eagle sustenta que a 2ª Vara Empresarial da Capital reconheceu uma “conexão impossível” e processou a cautelar preparatória em condições irregulares. A empresa afirma que o processo deve ser anulada sem análise do mérito.
A Eagle aponta que o pedido foi ajuizado contra a vontade da empresa, acionista majoritária, e sem autorização em assembleia. Não haveria urgência que justificasse a adoção dos procedimentos de recuperação.
Críticas a John Textor aparecem na defesa. A Eagle afirma que a medida busca mantê-la afastada do controle que lhe pertence. O Tribunal Arbitral da FGV havia concluído, na última segunda (12), pela ilegalidade do ajuizamento da cautelar pré-RJ.
A defesa também acusa a SAF Botafogo de tentar suspender direitos políticos da acionista e manter governança forçada. Segundo a narrativa, o objetivo seria permitir financiamento DIP com garantia sobre as ações.
A disputa envolve a relação entre Textor, a SA do Botafogo e a credora Ares. O caso segue sob análise da Justiça e do Tribunal Arbitral, com desdobramentos ainda incertos para o futuro da gestão da SAF.
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