O chefe da Signatech, Philippe Sinault, afirma que o objetivo é manter a competitividade no FIA WEC após a saída da Alpine da categoria Hypercar. O foco é assegurar um futuro para o programa, mesmo com incertezas sobre possíveis compradores.
Segundo Sinault, não houve contatos confirmados com a BYD nem com outras fabricantes. A equipe trabalha para apresentar resultados em pista e, ao lado da Alpine e da estrutura de Viry-Châtillon, buscar parceiros interessados em manter o projeto a partir de 2027.
Sinault também enfatiza a necessidade de solucionar a continuidade rapidamente para evitar a perda de pilotos e de quadro técnico. O período pós-Le Mans será decisivo para o planejamento da próxima temporada e para dissipar dúvidas sobre o futuro do programa.
O diretor esportivo da Alpine Endurance Team, Nico Lapierre, expressou esperança de que o programa siga sob outra marca, destacando a evolução desde a estreia do carro em 2024. Ele afirma que seria uma pena interromper um projeto com potencial na Hypercar e que toda a equipe foca em Le Mans.
Lapierre ressalta o orgulho pelo trabalho desenvolvido no inverno europeu e diz que a equipe chega motivada para buscar um resultado histórico na prova francesa. Contudo, reconhece que a indefinição futura pode tornar o ambiente mais tenso após Le Mans, com impactos no foco da equipe.
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