O Fluminense garantiu a vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil, mas sofreu pressão do Operário-PR nos minutos finais e teve vaias da torcida. A classificação veio após vencer por mais de um resultado global, com o empate mantendo a ida à próxima fase.
A cobrança de pênalti na segunda etapa gerou debate. Savarino foi o primeiro a bater, convertido no placar; na sequência, John Kennedy assumiu a responsabilidade, mas acabou mandando a bola no travessão. O treinador explicou a rotação entre dois batedores.
A experiência de manter dois cobradores foi destacada pelo técnico, que mencionou a preferência por ter o centroavante como batedor adicional. O objetivo era evitar dependência de apenas um atleta em cobranças decisivas.
Nos minutos finais, o Operário encontrou o gol que acendeu o susto. Jemmes não afastou cruzamento e Felipe Augusto marcou aos 38 minutos, levando o jogo a prorrogação apenas se houvesse empate. O treinador reconheceu falhas e destacou necessidade de evoluir.
Zubeldía ressaltou que o time passou pelo sufoco com o placar a favor, mantendo o avanço de fases. Também indicou que nem sempre o domínio resulta em gols seguros, apontando momentos de insegurança como parte do atual estágio da temporada.
O técnico ainda afirmou que o time pode sofrer gols em situações pontuais, mesmo sem domínio do adversário. Sobre o pênalti, reforçou a ideia de manter dois batedores e manter o grupo focado em evoluir defensivamente.
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