Durante a Live do Palmeiras, no Canal UOL, comentaristas discutiram se o clube deveria virar SAF no futuro. A conversa trouxe diferentes perspectivas sobre o tema e seus impactos financeiros e de governança.
O Palmeiras existe há anos com estudo interno sobre a SAF de associação, ou seja, operar sem dono formal, ainda que sob impostos de SAF. A ideia é manter o clube como associação, evitando confrontos com rivais como o Flamengo.
Para que o modelo seja adotado, seria necessária aprovação do conselho, assembleia e dos associados. O debate também considerou a comunicação clara ao torcedor, com o clube expondo sua visão de governança.
Posições dos comentaristas
Massini manifestou ceticismo quanto à SAF, mas apontou a necessidade de soluções criativas para atrair investidores no futebol brasileiro. Ele afirmou que há modelos viáveis para captar recursos sem vender o clube.
Lavieri defendeu cautela, destacando que a SAF pode funcionar em alguns casos, desde que haja transparência e salvaguardas. Ele ressaltou que poucos exemplos no Brasil apresentam saudável governança sob esse modelo.
Contexto e perspectivas
Os debatedores citaram exemplos de Vasco e Botafogo para ilustrar riscos e limitações atuais de SAFs. Mesmo com avanços, a conversa manteve o foco em como equilibrar captação de recurso com proteção da identidade dos clubes.
A avaliação final do encontro frisou que, independentemente do formato, é essencial preservar a autonomia, a participação do associado e a clareza sobre quem responde pela gestão.
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