O Atlético Mineiro ficou fora da meta adversária por quase toda a partida diante do Ceará, em Castelão, em jogo da Copa do Brasil. O time chegou aos pênaltis sem finalizações certas no tempo regulamentar, após pressão inicial do Ceará e ajustes táticos do treinador. A classificação veio apenas na decisão das penalidades.
No segundo tempo, o Galo adotou mudanças na defesa e no meio, com três zagueiros no início e recuo da linha defensiva para quatro aos 33 minutos. Entraram Natanael e Cuello, buscando equilíbrio defensivo e criatividade no ataque. O placar no tempo normal permaneceu zerado.
O camisa 18 Pascini marcou o gol que levou a partida aos pênaltis, aos 86 minutos, em jogada que manteve o Atlético vivo na competição. O time passou a depender da disciplina defensiva e da atuação do goleiro Everson para levar a decisão aos tiros livres.
Everson e o momento do goleiro
Ancelotti é perguntado sobre o papel de Everson, que soma 22 defesas de pênalti pelo Galo e 149 jogos sem sofrer gols pelo clube. A atuação do goleiro é destacada como fator-chave para manter a equipe na disputa em noite de poucos recursos ofensivos.
O Atlético enfrenta, com a classificação, a expectativa de reverter críticas sobre o desempenho recente e evitar a queda de rendimento que preocupa a torcida. A decisão por pênaltis manteve o clube vivo na competição e indicou caminhos de mudança para a sequência.
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