O gramado de São Januário volta a render insatisfação no Vasco. A comissão técnica e a diretoria avaliam que a grama, mantida pela Greenleaf Gramados, não atinge o padrão desejado para jogos em casa e pode influenciar a dinâmica das partidas. A avaliação interna aponta falta de equilíbrio na altura da grama.
Em recente confronto pela Copa do Brasil, o Vasco empatou com o Paysandu em 2 a 2, assegurando vaga nas oitavas. Um lance crítico envolvendo Saldivia, aos 55 segundos da etapa final, foi citado como exemplo de como o gramado pode atrapalhar a atuação do time.
A discussão ganhou relevância após a troca completa do gramado, feita pela Greenleaf no fim de 2024 para eliminar manchas. A nova espécie plantada, Bermuda Celebration, já é utilizada no CT Moacyr Barbosa e está presente em outros estádios da elite.
Situação do gramado
De acordo com Lucas Pedrosa, diretor técnico da Greenleaf, o gramado é recente, plantado no final de novembro para resolver problemas de um pasto antigo. O objetivo é alcançar densidade adequada, nivelamento e conforto para os jogadores, com menos distorted. A intenção é evitar áreas expostas e reduzir o quique da bola.
Pedrosa explicou que, apesar da densidade ter sido fortalecida neste verão, o excesso de material pode gerar um “colchão” que dificulta a jogabilidade. Os cortes são feitos semanalmente conforme as necessidades, ajustando altura para manter a bola dentro de parâmetros estáveis.
A quantidade de manutenção vem sendo ajustada com o tempo. No último fim de semana, antecipa-se a chuva prevista, e o corte foi realizado no sábado para manter uniformidade. Entretanto, como o gramado cresce rapidamente, houve percepção de altura maior no domingo, gerando críticas de jogadores.
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