O Vasco da Gama avança nas tratativas para vender a SAF, mas ainda não fechou o acordo com o empresário Marcos Lamacchia. O impasse gira em torno de como usar as receitas de futuras transferências de jogadores.
A diretoria quer estabelecer em contrato que os recursos obtidos com negociações sejam obrigatoriamente reinvestidos no futebol. A meta é reforçar o elenco, renovar contratos e fortalecer a base profissional.
Apesar das divergências, rodas de conversa seguem acontecendo com frequência. Pedrinho e Lamacchia se reuniram recentemente para alinhar detalhes da operação, considerada uma das maiores do futebol brasileiro.
Detalhes do acordo
Internamente há confiança de que um consenso será alcançado em breve, abrindo caminho para o memorando de entendimento, que oficializaria a intenção de compra da SAF vascaína. Não há prazos definidos.
O projeto de investimento pode superar R$ 2 bilhões, incluindo aporte no elenco, modernização do CT Moacyr Barbosa, fluxo de caixa e manutenção dos esportes olímpicos, além de quitar dívidas.
Situação acionária
Atualmente, a SAF do Vasco tem 30% do clube associativo, 31% da 777 Partners e 39% sob controle do Vasco por decisão judicial. A fatia do clube está em discussão arbitral.
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