A Alpine reúne bons resultados em 2026, liderando o meio do pelotão da Fórmula 1 após terminar a temporada anterior em último no campeonato de construtores. A melhora em pista contrasta com tensões nos bastidores da equipe francesa.
Desde 2021, quando a Renault renomeou a equipe para Alpine, houve altos e baixos. Em 2025, a decisão da Renault de parar de fabricar motores para a F1 surpreendeu o paddock. A Alpine passou a usar motores Mercedes a partir de 2026.
A Mercedes manifestou interesse em ampliar sua participação na equipe, com a possível compra de 24% do time francês, segundo Flavio Briatore, consultor executivo da Alpine. Ao mesmo tempo, a BYD também foi citada como potencial interessada.
Movimentações de mercado e possíveis mudanças
Conversas entre Stefano Domenicali e Stella Li, da BYD, com relação a uma equipe da montadora na F1 já foram admitidas, indicando interesse em Viry-Châtillon, onde a Renault fabricava seus motores. A Alpine pode sofrer alterações na estrutura acionária.
A BYD e a Mercedes estariam avaliando cenários que vão além da Alpine, com a possível substituição da equipe na forma como hoje é conhecida. Informações apontam que o interesse envolve governança, motores e fábrica de motores.
Flavio Briatore, que voltou à Alpine em 2024, estaria longe de definir o poder de decisão em caso de venda. A possibilidade de saída do italiano ao fim de 2026 é comentada, mas não define responsabilidades diárias na equipe.
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