Uma análise sobre a Copa do Mundo de 2026 aponta custos crescentes para quem acompanha o Brasil, mesmo diante de um desempenho esportivo ainda abaixo do esperado. Pacotes de viagem combinados com ingressos variam amplamente, elevando o investimento total do torcedor.
Os valores médios começam em cerca de R$ 19 mil, apenas para jogos na Filadélia, e podem chegar a R$ 121,5 mil por pessoa. Em casal, o gasto total pode chegar a R$ 240 mil; para uma família com dois filhos, a soma ultrapassa R$ 480 mil.
Segundo o Itamaraty, existem quase 2,2 milhões de brasileiros potencialmente interessados em acompanhar a seleção nos EUA, México ou Canadá. A quantidade expressiva de torcedores deslocando-se para os jogos amplia a demanda por ingressos, inclusive pela revenda formal nos EUA.
Pacotes oficiais são oferecidos por seis fornecedores credenciados: Qatar Airways, Agaxtur Mice, Queensberry, CVC, Decolar e Stella Barros. A disponibilidade de opções torna-se crítica à medida que o torneio se aproxima.
Especialistas apontam que a Copa de 2026 pode entrar para a história como a mais cara já registrada, tanto em ingressos quanto em pacotes de viagem e na organização multifásica entre três países. A remuneração de jogadores pela FIFA também impacta custos de clubes.
A procura por figurinhas do álbum Panini já movimenta o mercado de colecionáveis, com preços que podem chegar a R$ 1.000, mesmo sem garantia de conclusão do álbum. Faltam ainda itens específicos, como a figurinha de Neymar, gerando curiosidade sobre soluções criativas da editora.
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