O Flamengo voltou a enfrentar vexames sob o comando de Leonardo Jardim. A eliminação precoce na Copa do Brasil foi alvo de críticas, após derrota para o Vitória e desclassificação já no início da competição. O técnico manteve a aposta em uma proposta de troca de ataques, mas não conseguiu resultados proporcionais.
O texto avalia que o time, apelidado de arame liso, finalizou 46 vezes em dois jogos e marcou apenas uma vez. A ausência de Arrascaeta e Paquetá, além do desperdício de oportunidades de Pedro, foram pontos destacados como entraves para o equilíbrio ofensivo.
Entre os componentes da derrota, o autor avalia que Jardim herdou problemas de planejamento, com jogadas ineficientes e substituições que não surtiram efeito. O elenco é apontado como possivelmente com ciclos que se aproximam do encerramento para jogadores como Everton Cebolinha, Luiz Araújo e Carrascal.
A coluna também questiona a condução da diretoria. BAP e José Boto aparecem como protagonistas de decisões sobre contratações, com críticas ao mercado de reforços e à capacidade de avaliação do momento. A análise sugere que mudanças se tornam urgentes para a temporada.
O texto menciona eliminações anteriores sob a gestão de Jardim, incluindo a derrota para o Red Bull Bragantino, a Recopa diante do Lanús e a perda da Supercopa contra o Corinthians. O conjunto é apresentado como marcado por altos e baixos que exigem apuro estratégico.
Questionamentos sobre a necessidade de troca de treinador aparecem, porém o foco é a gestão como um todo. A reportagem aponta que a demissão recente não seria apenas sobre o técnico campeão, mas sobre o funcionamento institucional do clube.
A reportagem encerra ao conectar a situação aos próximos passos. A janela de transferências após a Copa do Mundo é citada como Janela para ajustes, com enfoque na busca por atacantes que contribuam com gols e com equilíbrio técnico.
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