Carlos Sainz completou a primeira volta no Circuito de Madring, que receberá o GP da Espanha em 2026. O piloto espanhol, embaixador do evento, guiou um Ford Mustang GT de 450 cv na pista ainda em construção.
O traçado de Madring fica próximo ao aeroporto de Barajas, em Madri. A obra segue com inspeção da FIA programada para o final do mês, e o asfalto já concluído permite o test-drive de Sainz, que avaliou o traçado de 5,4 km com 22 curvas.
A seguir, o que o circuito pode oferecer em termos de desempenho e estratégias para a F1, com foco no que pode impactar a corrida de setembro.
Perspectivas de traçado e pontos-chave
Segundo Sainz, a segunda metade do circuito traz curvas de alta velocidade que favorecem a velocidade de passagem e a gestão de bateria, com a chicane entre as curvas 1 e 2 citada como área de ultrapassagem. A reta entre as curvas 5 e 6 também é decisiva para o equilíbrio da eletrônica.
Na transição entre as zonas de ruas e a parte construída para a F1, o traçado muda bastante, especialmente na curva 9. A curva 12, chamada de La Monumental, tem inclinação de 24% e exige leitura rápida do piloto, com boa aderência na dianteira.
Sainz também destacou a curva 13 como potencial ponto de ultrapassagem, seguidas por um trecho em S rápido na região de Valdebebas, lembrando traçados como Spa e Silverstone. Ao final, uma curva fechada de 117 graus ao lado do muro pode surpreender antes da reta principal.
Contexto de calendário e acordo de palco
Os organizadores de Madri garantiram o direito de sediar o GP da Espanha por 10 anos, de 2026 a 2035. Já Barcelona fechou acordo para manter o GP de Barcelona-Catalunha no calendário a cada dois anos, com edições previstas para 2028, 2030 e 2032, além do GP de 2026.
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