A Fórmula 1 mantém sua trajetória de crescimento financeiro mesmo diante de críticas ao novo regulamento para recuperação de energia. O debate sobre o tema persiste, mas os números indicam fôlego robusto da categoria.
Dados oficiais mostram que a receita da F1 cresceu expressivamente nos últimos anos. Em 2022, ficou em 2,57 bilhões de dólares; no ano seguinte, subiu para 3,87 bilhões, com alta de 14% frente a 2022. A diversificação de fontes ajuda a reduzir a dependência dos direitos de transmissão.
Valorização das equipes e diversidade de receitas
Com o teto de gastos em vigor desde 2021 e maior controle de custos, todas as equipes passaram a apresentar valor de mercado superior a 1 bilhão de dólares. A evolução é impulsionada pela diversificação de receitas, incluindo patrocínios, hospitalidade, licenciamento de produtos e contratos de competição.
Calendário, ingressos e presença global
O calendário da F1 cresce com o aumento de corridas e contratos mais atrativos, ampliando a receita com direitos e entradas VIP. Doze países já discutem projetos para sediar etapas, enquanto a busca por equilíbrio entre crescimento e sustentabilidade continua.
Montadoras e parcerias estratégicas
Atualmente há cinco fabricantes de motores atuando na categoria: Mercedes, Red Bull-Ford, Ferrari, Audi e Honda. A General Motors confirmou entrada em 2028, elevando o número de montadoras pela primeira vez em quase duas décadas.
A F1 também amplia o leque de parceiros fora do universo automotivo, com acordos tecnológicos e de patrocínio que vão de listas de esposas de marcas a colaborações técnicas, fortalecendo a presença comercial global da categoria.
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