A análise do ciclo para a Copa de 2026 aponta o ataque como o setor que mais gerou dúvidas para a Seleção Brasileira. Experimentos famosos, mudanças constantes de posição e a busca por um centroavante confiável marcaram os 35 primeiros jogos do ciclo.
Mesmo com o surgimento de talentos como Vinicius Junior, Rodrygo e novas opções de ponta, a camisa 9 seguiu sem dono. Lesão de Neymar, em 2023, acelerou a necessidade de soluções de ataque que não vieram de forma definitiva.
Ao longo dos amistosos, Rodrygo atuou como organizador, Vinicius virou falso 9 em alguns momentos, e nomes como Raphinha e Endrick tiveram oportunidades. Mas o time manteve dificuldade de conectividade entre meio e ataque, refletindo a carência de referência central.
A estratégia de testes envolveu 28 jogadores de frente, com estilos variados, em meio a ajustes pós Catar. Enquanto o Brasil busca equilíbrio, não houve um substituto claro para o papel do centroavante tradicional.
O conjunto ofensivo em disputa
No escopo de atacantes, destacam-se Antony, David Neres, Endrick, Evanílson, Gabigol e Rodrygo, entre outros. A equipe também recorreu a laterais como opções de ataque pelas pontas, sinalizando transformação no DNA ofensivo do país.
A possível volta de Neymar para o ciclo atual pode exigir remodelagem tática. Caso retorne, Vinicius Jr. manteria o lado esquerdo, e o retorno do camisa 10 ao papel criativo pode redefinir a função de atletas como Matheus Cunha.
Quem jogou no ciclo
- Atacantes: Antony, David Neres, Endrick, Estêvão, Evanílson, Gabriel Jesus, Gabriel Martinelli, Galeno, Igor Jesus, Igor Thiago, João Pedro, Kaio Jorge, Luiz Henrique, Malcom, Matheus Cunha, Paulinho, Pedro, Pepê, Raphinha, Rayan, Richarlison, Rodrygo, Rony, Samuel Lino, Savinho, Vinícius Júnior, Vítor Roque, Yuri Alberto
Entre na conversa da comunidade