A ex-árbitra Ana Paula Oliveira analisa o incidente envolvendo Neymar neste domingo (17), durante partida disputada no Brasil. O lance envolveu uma substituição equivocada por erro na placa, que indicou o número 10 em vez de 31. A falha ocorreu na beira do gramado e foi notada na íntegra pela comissão técnica.
Aos 19 minutos do segundo tempo, Neymar recebia atendimento na panturrilha quando Robinho Jr. entraria em campo. A placa mostrada pelo quarto árbitro trazia o número 10 em vermelho para a saída e o 7 de Robinho em verde para a entrada.
Neymar retornou ao campo, recebeu amarelo por entrar em campo sem autorização e exibiu o papel da substituição ao quarto árbitro e às câmeras. O atacante ficou de fora do jogo mesmo com a tentativa de corrigir o erro.
Para Ana Paula, o erro envolve o quarto árbitro e o delegado, e só poderia ser corrigido até o momento em que a placa foi erguida. Ela aponta falha administrativa que prejudicou o Santos no segundo tempo.
> A comentarista destaca que, no momento da substituição, o jogador Escobar se aproxima, porém a falha envolve quem recebeu a placa. A correção deveria ter ocorrido antes do reinício da partida.
Se a situação tivesse sido observada a tempo, a alteração poderia ter sido corrigida. O entendimento atual é de que Neymar foi substituído por um jogador que já entrara no jogo, impossibilitando seu retorno à partida.
A analista reforça ainda que a decisão sobre lesões não é da arbitragem. Caberia ao médico do clube avaliar o estado de Neymar no jogo em questão, sem interferência de critérios da arbitragem.
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