Carlo Ancelotti chegou ao Brasil com a missão de montar uma Seleção competitiva para a Copa do Mundo que se aproximava. O tempo era curto, e o objetivo era justificar o salário e a credibilidade adquiridos ao longo da carreira.
Logo no início, surgiram dúvidas sobre como manter a autoridade diante de um grupo de jogadores e da CBF, pressionada por patrocinadores e pela opinião pública, que acompanha com entusiasmo as convocações.
Pouco antes de selar o acordo, houve mudança de planos: o técnico recebeu a chance de renovar o contrato por um ciclo completo até a próxima Copa, na Europa, ampliando o prazo de atuação no cargo.
A atuação de Neymar e a pressão interna da equipe contribuíram para esse cenário. Além disso, ex-jogadores respeitados passaram a influenciar as discussões sobre o futuro da seleção.
Caso a equipe alcance um título histórico, dizem, o cenário seria favorável para manter o grupo sob a liderança de Ancelotti; caso contrário, outras dinâmicas de renovação seriam analisadas.
No próximo ciclo, Neymar não figuraria mais entre os convocados, e o técnico também lidaria com a saída de Casemiro, capitão e figura-chave, abrindo espaço para novas escolhas.
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