O jogador Lucas Paquetá abriu-se neste fim de semana sobre um período turbulento de sua carreira. Em uma igreja evangélica no Rio de Janeiro, ele relembrou a investigação sobre suposta manipulação de cartões amarelos na Premier League e seu impacto emocional.
Paquetá explicou que, na época, já vivia um momento positivo após a Copa do Mundo e negociava com o Manchester City. O processo de investigação ajudou a frear a negociação, segundo ele, e gerou impacto na percepção pública e na vida familiar.
Ele mencionou que chegou a entregar celulares, registros bancários e passou por várias entrevistas durante a apuração. Mesmo com o andamento do caso, o desfecho surpreendeu ao chegar a um julgamento com resultados favoráveis ao jogador.
A then foi oficializada pela Federação Inglesa, que absolveu Paquetá, não encontrando provas suficientes de intenção de induzir cartões. O anúncio encerrou o processo sem punição esportiva e abriu espaço para retratar as consequências da exposição midiática.
No depoimento, Paquetá descreveu a pressão sobre a imagem pública e o impacto nos planos de carreira. Ele afirmou que enfrentou momentos de medo e ansiedade, refletindo sobre o que realmente importa na disputa profissional.
O atleta ressaltou o apoio da esposa e a busca por equilíbrio espiritual durante o período, destacando a importância da rede familiar para superar a crise. A parceria conjugal foi apontada como fundamental para manter o foco.
A experiência, segundo Paquetá, mudou a percepção sobre a vulnerabilidade de atletas de alto nível. O relato aponta que buscar ajuda e apoio emocional não é sinal de fraqueza, mas uma resposta necessária diante de adversidades.
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