O Real Madrid sagrou-se campeão europeu ao derrotar o Eintracht Frankfurt por 7 a 3 na final da Taça dos Campeões da Europa de 1960. A decisão aconteceu em Hampden Park, diante de 127 mil espectadores, em 18 de maio de 1960. A equipe espanhola abriu o placar após sair atrás, consolidando uma das maiores exibições da história do torneio.
Ferenc Puskás marcou quatro gols e Alfredo Di Stéfano anotou três, garantindo o triunfo do Real Madrid, que chegou à final já consagrado como um dos times mais fortes da época. O Eintracht Frankfurt iniciou a partida com vantagem, mas a formação madridista mostrou superioridade ao longo do jogo.
A vitória consolidou a hegemonia do Real Madrid na era dos anos 1950 e 1960, período em que a equipe levantou o troféu europeu pelas cinco primeiras edições da competição. A partida é lembrada pela ampla vantagem de gols e pela atuação dominante dos atacantes espanhóis perante o adversário alemão.
Contexto histórico da final de 1960
Além do marcador expressivo, o duelo é marcado pela presença de jogadores que moldaram o estilo do Real Madrid na época. Puskás, em excelente forma, foi o principal destaque, com Di Stéfano contribuindo diretamente com gols decisivos. O confronto ficou registrado como uma das demonstrações mais contundentes de poder ofensivo no futebol europeu da época.
A partida teve repercussão ampla entre fãs de futebol, incluindo jovens talentos que acompanhavam o torneio desde cedo. Entre eles, um eventual futuro técnico de renome mundial, que então tinha 18 anos, ficou impactado pela performance ao vivo, segundo relatos históricos. A atuação dos espanhóis é lembrada como referência técnica para gerações.
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