O golfista Tiger Woods, 50, segue otimista após suposta passagem de cerca de um mês e meio em uma clínica de reabilitação na Suíça. Ele retornou para a Flórida na última semana, segundo relatos, enquanto surgem informações sobre tratamento fora dos EUA.
A revista People citou um informante que afirma que Woods permanece concentrado na recuperação e espera resolver pendências legais relacionadas ao acidente de março. A declaração também indica determinação para virar a página.
Segundo o boletim da delegacia do condado de Martin, foram encontrados no bolso esquerdo da calça do atleta dois comprimidos brancos identificados como hidrocodona, medicamento de uso controlado para dores intensas. O documento descreve sinais de alteração no estado mental durante a abordagem policial.
O registro aponta que Woods apresentava olhos vermelhos e vidrados, pupilas dilatadas e comportamento letárgico, não conseguindo completar testes de sobriedade no local. O atleta teria dito aos policiais que olhava o celular e mudava a rádio do carro antes de colidir com o veículo à frente.
De acordo com o boletim, Woods relatou histórico de sete cirurgias na coluna e mais de 20 operações na perna, além de dificuldades para caminhar e travamentos no tornozelo. O jogador não sofreu ferimentos graves no acidente.
O teste do bafômetro no local teve resultado negativo, mas Woods não realizou o exame de urina, considerado toxicológico, o que levou à detenção por cerca de oito horas. A defesa afirmou que há uma audiência marcada para 7 de julho, e que o atleta nega as acusações apresentadas.
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