O desafio viral das redes sociais promete ensinar o mortal para trás em até uma hora, mas a prática mostra outra realidade. Vídeos que circulam amplamente afirmam que o backflip é fácil e pode ser aprendido rapidamente, gerando curiosidade entre internautas sobre a facilidade do movimento.
A disputa envolve influenciadores e atletas. Um exemplo citado é o IShowSpeed, conhecido por realizar cambalhotas em diferentes cenários, desde ambientes inusitados até situações arriscadas. A viralização marca um contraste entre a fama de quem tenta e a experiência de quem treina há anos.
Profissionais alertam para os riscos do salto. Especialistas ressaltam a necessidade de acompanhamento técnico para evitar lesões graves, incluindo danos ao pescoço. A prática inadequada pode levar a acidentes, especialmente sem preparação física e técnica adequadas.
Na prática
O mortal para trás é descrito como composto por três fases: salto, grupamento e aterrissagem. Em cada etapa há exigência de coordenação, força e controle corporal, com foco na estabilidade do tronco e da cabeça durante o movimento.
Na ginástica artística, o movimento é avaliado com critérios como posição das pernas, pontas dos pés e angulação dos braços. O treino ocorre em colchões e com supervisão de instrutores antes de qualquer tentativa no tablado.
Atletas da ginástica artística destacam a importância do tempo de aperfeiçoamento. Em relatos de treino, o salto exigiu anos de prática para ficar estável, evidenciando o esforço necessário para executar com segurança.
Para quem busca aprender, a recomendação é procurar um espaço especializado e orientação profissional. Embora o movimento possa ser trabalhado com preparação física e técnica, o acompanhamento adequado é essencial para reduzir riscos.
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