A estreia de Dorival Júnior no comando do São Paulo aconteceu no Morumbi, numa noite fria de terça-feira. O confronto contra o Millonarios, válido pela Sul-Americana, serviu como símbolo de um recomeço para o clube.
O empate manteve a vaga em aberto e ampliou um jejum de vitórias para sete jogos. O elenco encara a missão de recuperação com menos tranquilidade do que o esperado, em meio a cobranças internas sobre confiança.
Dorival teve apenas um treino antes do retorno ao estádio. A equipe mostrou fragilidade emocional, sobretudo após sofrer pressão adversária, e apresentou organização sem bola irregular, com espaços pelos lados do campo.
Pelo lado defensivo, destaque para a falha de Dória na saída de bola que abriu caminho ao empate colombiano. Em oportunidade subsequente, ele cometeu pênalti que quase entregou a vitória ao Millonarios, reforçando a necessidade de ajustes.
Em coletiva, o elenco apontou a ansiedade como principal inimigo, dificultando a manutenção da tranquilidade durante as partidas. O contexto reforça a necessidade de reforçar a confiança já no próximo compromisso.
A equipe terá agora mais tempo de trabalho e volta a campo no Brasileirão, neste sábado, contra o Botafogo, também no Morumbi. A sequência envolve o desafio de dar fluidez ofensiva sem depender tanto de ações isoladas, com Luciano em evidência recente.
Análise da estreia
Dorival terá que equilibrar a recuperação emocional do elenco com mudanças táticas que evitem a exposição defensiva. O início no Brasileirão representa o próximo teste da nova fase do São Paulo, sob comando do treinador.
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