Em menos de um mês para a Copa do Mundo de 2026, o Estádio Azteca, na Cidade do México, recebe o jogo de abertura em 11 de junho. A arena, com mais de 60 anos, fica em uma área onde há registro de subsidência do solo, segundo análises da NASA, com quedas de até 2 cm por mês.
A capital mexicana ocupa uma antiga região de lagos. A água subterrânea foi extraída ao longo do tempo, substituindo o leito aquático por área urbana. O solo argiloso e instável é apontado como fator que pode influenciar estruturas próximas ao estádio.
Imagens compartilhadas nas redes sociais durante as quartas de final da Liga MX Clausura mostraram fragmentos de concreto soltos em pontos da estrutura, inclusive em áreas reformadas para a Copa. Não há registro de feridos até o momento.
Ainda não ficou claro se os danos no Azteca estão ligados ao afundamento do solo. Autoridades não se manifestaram sobre o assunto.
Reinauguração do Estádio
Em março de 2026, o Estádio Azteca foi reinaugurado após cerca de 22 meses de obras. As intervenções modernizaram infraestrutura, acessos e serviços ao público. A reforma manteve a silhueta original, com materiais mais leves e tecnologia atual.
A FIFA destacou melhorias no gramado, sustentabilidade e foco na experiência do torcedor. As ruas e calçadas ao redor também passaram por requalificação, em linha com a preparação para o torneio.
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