A Copa do Mundo de 2026, que acontecerá nos EUA, Canadá e México, enfrenta uma série de polêmicas antes da abertura. Entre elas estão a participação do Irã, questões tarifárias de ingressos e custos de transporte, além de tensões diplomáticas que cercam o torneio.
O Irã tenta manter seus três jogos da fase de grupos nos Estados Unidos, apesar de pedidos do México. A Fifa busca garantias de segurança, enquanto autoridades americanas avaliam vínculos de membros da delegação com o CGRI. A FFIRI pediu garantias para jogar.
Ingressos a custos elevados e seu impacto financeiro para torcedores também compõem o cenário. Bilhetes de abertura chegam a US$ 875, e a final pode alcançar US$ 11 mil. Plataformas de revenda exibem preços ainda mais elevados, gerando reclamações.
Infraestrutura e custos de viagem
Quem se deslocar aos estádios enfrentará tarifas de transporte elevadas. Em Nova York, o trem até o MetLife Stadium pode chegar a US$ 105; em Boston, ida e volta ao Foxborough Stadium fica em torno de US$ 80. Em outras cidades, os aumentos variam por demanda.
Hospedagem também registra valorização desde o sorteio dos grupos, refletindo na queda de reservas, segundo associações do setor. Os hotéis ajustam diárias após as expectativas de público para o torneio.
Questões de segurança e vistos
Aut ar de segurança é uma prioridade nos EUA e no México, com foco na imigração e na proteção de torcedores estrangeiros. Organizações de direitos humanos acompanham operações do ICE durante o evento.
Para ingressar no país, torcedores precisam de visto de turismo ou autorização de entrada eletrônica. O governo mantém o programa Fifa Pass para facilitar agendamento consular, sem garantia de visto. O Haiti enfrenta suspensão de vistos desde 2025.
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