Neymar, 34, foi convocado por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026, nos EUA, México e Canadá, em junho e julho. Com esse chamado, ele entra para um grupo restrito de brasileiros que disputam quatro Mundiais. Caso atue e o Brasil não levante a taça, ele pode se tornar um dos maiores fracassos da história em Copas.
A presença do atacante em quadras anteriores é marcada por altos e baixos. Pelé, Ronaldo, Cafu, Nílton Santos, Castilho e Djalma Santos já somaram quatro Copas, mas nenhum deles tem exatamente o mesmo equilíbrio entre minutos em campo e títulos. Neymar chega com o desafio de manter o desempenho por pelo menos 13 anos.
Observa-se ainda que Thiago Silva, hoje aos 41 anos, também soma quatro Copas com a seleção, mas não atuou em 2010. Caso Neymar entre em campo na próxima edição, ele terá a participação individual mais longa entre os brasileiros que disputaram quatro Mundiais, ainda sem taça no currículo.
Quem já disputou quatro Copas
Neymar pode integrar o grupo de atletas que jogaram quatro Copas pelo Brasil, ao lado de Pelé, Nílton Santos, Castilho, Djalma Santos, Ronaldo e Cafu. Entre 1950 e 2006, esses atletas acumularam participações em Mundiais com diferentes papéis, desde titulares até reservas. Hoje, Thiago Silva também figura nesse elenco, sem ter conquistado a taça.
Possíveis cenários e perspectiva de classificação
As probabilidades para Neymar vencer o Mundial não aparecem como favoráveis. O Brasil entra numa competição com 48 seleções, buscando o hexacampeonato. A estimativa aponta cerca de 2% de chances de título, mesmo com elenco em avaliação e ajustes.
Ao reduzir o conjunto de favoritas para uma lista de seis seleções, França, Espanha, Argentina, Inglaterra e Portugal aparecem como principais candidatas ao título. Mesmo assim, o Brasil aparece com 17% de odds entre as seleções consideradas prováveis, segundo rankings e análises disponíveis.
Futebol depende de um conjunto equilibrado: defesa sólida, ataque criativo e tomada de decisão em momentos críticos. Neymar terá de contribuir tanto com participação coletiva quanto com gols decisivos, quando a necessidade surgir.
Caminho do retorno às manchetes
O momento envolve uma avaliação de desempenho individual e de grupo para o Brasil na Copa. Caso Neymar participe ativamente e o time vá longe, ele poderá ficar mais próximo do título como parte do grupo, sem que o conteúdo desta matéria seja interpretado como conclusão ou opinião. Caso não haja título, a comparação com outros jogadores da história do Brasil em Copas permanece apenas como registro.
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