O Christchurch Archery Club, liderado por Dave Henshaw, mantém uma trajetória de inclusão e competição há mais de cinco décadas na Ilha Sul da Nova Zelândia. O clube tornou-se um polo para atletas com e sem deficiência, jovens que fogem de esportes coletivos e arqueiros de alto rendimento.
No relato de Henshaw, o segredo está na comunidade. A prática oferece autovalorização e disciplina, mantendo a concentração durante a disputa e fortalecendo vínculos entre os participantes. O treinador já guiou atletas a eventos olímpicos e à Commonwealth Games.
O clube reverteu um momento de incerteza em 2020, quando o município avaliou não renovar o aluguel. No ano passado, o espaço ganhou um contrato de 33 anos e a implantação de uma estrutura indoor para treinamentos no inverno.
Renovação e destaques
Graeme Robb, presidente da entidade, destaca que o ambiente do clube alia esporte e bem‑estar mental. O foco é manter a modalidade acessível e fomentar participação comunitária, com voluntariado ativo.
Entre as promessas de futuro, destacam‑se jovens talentos locais. Julia Harrison, 26, recentemente retornou de uma participação em Shanghai e busca qualificação para os Jogos de LA 2028. O grupo inclui também Mieke Nel, de 15, e Jacob Schouten, 16, que obtiveram medalhas em junho no World Archery Oceania Target Championships.
Além do desempenho, o clube sedia o Dave Henshaw Classic, torneio que leva arqueros de várias partes do país para Christchurch. O evento simboliza a harmonia entre competição e convivência, com a participação de familiares e apoiadores nas arquibancadas.
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