França e Inglaterra deixaram grandes nomes fora da Copa de 2026, enquanto o Brasil convocou praticamente todos os seus melhores disponíveis. A lista brasileira foi divulgada por Carlo Ancelotti na segunda-feira, 18 de maio, com foco em manter o núcleo de jogadores de elite. A atuação brasileira contrasta com o que ocorreu em seleções clássicas.
A França chega ao torneio com um elenco repleto de opções, mas houve exclusões relevantes. Entre elas está Eduardo Camavinga, volante do Real Madrid, que teve a ausência confirmada por Didier Deschamps, que destacou lesões e a necessidade de uma estrutura específica. A concorrência interna é alta.
A Inglaterra, por sua vez, surpreendeu ao deixar de fora nomes como Cole Palmer, Phil Foden e Trent Alexander-Arnold. O treinador Thomas Tuchel justificou a escolha pela busca de equilíbrio, confiança e química entre os selecionados, mantendo o potencial do grupo.
Brasil já não vive a era da abundância, mesmo mantendo qualidade. Ícones como Vinícius Júnior, Rodrygo, Neymar, Bruno Guimarães e Marquinhos seguem no radar, mas a profundidade do elenco não é mais a mesma das gerações passadas. A convocação enfatiza qualidade na ponta, sem abrir mão da coesão.
O Brasil chega à Copa como cabeça de grupo do C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. A França lidera o Grupo I, com Senegal, Iraque e Noruega. A Inglaterra compõe o Grupo L, com Croácia, Gana e Panamá, evidenciando o peso das três seleções.
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