Kyle Busch morreu na quinta-feira aos 41 anos, após complicações de uma pneumonia grave que evoluiu para sepse, informou a família do piloto da NASCAR em comunicado neste fim de semana. A avaliação médica embasou a defesa da família.
A morte ocorreu pouco após o piloto ter sido hospitalizado na noite de quarta-feira, ainda durante um período de doença prolongada em que ele continuou a competir. A comoção tomou conta da comunidade do esporte a motor nas últimas horas.
Em 10 de maio, Busch participou de uma corrida em Watkins Glen e pediu ajuda médica ao rádio da equipe, pedindo para encontrar o médico Bill Heisel, para atendimento no motorhome. O pedido ocorreu durante a prova, na qual terminou em oitavo.
Uma semana depois, em entrevista ao *The Athletic*, Busch afirmou não estar totalmente bem, citando tosse intensa. Mesmo assim, ele seguiu com atividades normais, vencendo uma etapa da Truck Series em Dover e participando da inauguração de um centro de kart em Durham, na Carolina do Norte.
Na quarta-feira seguinte, Busch posou para fotos com fãs no ensaio da equipe Richard Childress Racing. No entanto, à noite, seu estado piorou repentinamente. No dia seguinte, vozes não identificadas no áudio de 911 descrevem falta de ar, calor excessivo, sensação de desmaio e tosse com sangue, ao pedir que a ambulância fosse direcionada ao Charlotte Technical Center em Concord, onde ele estava em um simulador.
Transcrições divulgadas indicam que o atendimento deveria chegar com sirenes desligadas. A NASCAR informou que não comentaria sobre a saúde de Busch por respeito à família, destacando o compromisso com a transparência em momento oportuno.
O falecimento de Busch isolou parcialmente o calendário da temporada, com reverberações no esporte e entre fãs. A família não detalhou outros aspectos do quadro médico nem informações sobre o funeral.
Fonte: reportagens de veículos esportivos e da imprensa norte-americana, citando a família e registros públicos.
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