O Grande Prêmio do Canadá ganhou notoriedade pelo Muro dos Campeões, trecho de concreto na curva externa após a última chicane. Vários pilotos atingiram o local ao longo dos anos, incluindo campeões mundiais, em corridas no Circuito Gilles Villeneuve. A fama do muro surgiu após batidas em várias edições.
Na prova de 1999, vencida por Mika Häkkinen, três campeões bateram no mesmo lugar: Damon Hill na 14ª volta, Michael Schumacher na 29ª e Jacques Villeneuve na 35ª. O muro ficou marcado pela frase antiga e pela cartela de incidentes que se repetiam ali.
Desde então, o local passou a ser chamado de Muro dos Campeões. A distância entre batidas no muro se manteve na história do GP do Canadá, com novos choques de pilotos como Sebastian Vettel em 2011 e Jenson Button, oito anos antes campeão, em 2005.
Histórico do Muro dos Campeões
Ao longo do tempo, o muro recebeu outras colisões de pilotos de diferentes perfis. Entre eles, Rubens Barrichello (2001), Juan Pablo Montoya (2006) e Carlos Sainz (2016) sofreram impactos semelhantes, apesar de títulos recentes ou não.
Bruno Senna também teve uma colisão no local, em 2012, repetindo a função simbólica do muro. Ao todo, cerca de vinte pilotos já atingiram o trecho, que se tornou um marco da etapa canadense da Fórmula 1.
Observação sobre as ocorrências
Apesar de seu histórico de incidentes com campeões, o muro também foi palco de choques de pilotos sem título, que ganharam destaque na categoria ao longo das décadas. Em alguns casos, situações de pista contribuíram para que a recuperação fosse rápida e sem consequências graves.
A narrativa do Muro dos Campeões reforça a ideia de que determinadas áreas de circuitos têm memória de incidentes passados. Mesmo assim, as corridas continuam, com melhorias de segurança e monitoramento para reduzir riscos na curva.
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