Emma Raducanu está otimista de que problemas de saúde ficaram para trás conforme se aproxima de sua partida de estreia no Aberto da França neste domingo. A britânica número 1 encara a argentina Solana Sierra na primeira rodada, seu segundo compromisso desde março, após ficar dois meses e meio afastada por uma doença pós-viral.
A falta de ritmo a tirou do top 32, deixando-a sem cabeça de chave em Paris. Raducanu mencionou que se sente bem fisicamente e que voltou a jogar com positividade em Strasbourg, apesar de uma derrota apertada para Diane Parry.
Além disso, a britânica ressalta a dificuldade do duelo de abertura, sobretudo por vir sem muitos jogos recentes. Ela aposta em uma atuação agressiva e em condições de treino que podem favorecer o ritmo da partida.
Britânicos em Paris
Com Jack Draper fora por lesão, Cameron Norrie surge como a principal esperança de boa campanha entre os homens. O britânico, 20º cabeça de chave, sofre de uma lesão na costela e não pode treinar desde a chegada a Paris, mas trabalha para estar apto a enfrentar Adolfo Vallejo, da Paraguai, na estreia.
Norrie comentou que o descanso pode ajudar e busca recuperar a forma antes de seguir adiante. Ele chegou a realizar um treino curto e depende da evolução clínica para confirmar presença na primeira rodada.
Entre os meninos britânicos no quadro principal, Jacob Fearnley e o qualificado Toby Samuel também aparecem. Fearnley enfrenta a chance de medir forças com o líder mundial Jannik Sinner, caso avance no confronto com Juan Manuel Cerúndolo.
Samuel encara o sétimo da quarta, Alex de Minaur, na sua primeira presença em um grandslam. Nos duelos femininos, Katie Boulter enfrenta a wildcard Akasha Urhobo, e Fran Jones duelará com Beatriz Haddad Maia.
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