O grupo que adotou a estratégia de economia de combustível iniciou as paradas finais nas 500 Milhas de Indianápolis. O’Ward realizou o pit stop na volta 164, com 36 voltas restantes, enquanto Rosenqvist ficou mais tempo na pista, finalizando a sua na volta 166, com 34 voltas para o fim.
De volta ao traçado, O’Ward ultrapassou Rosenqvist e assumiu posições 4ª e 5ª no ranking geral, respectivamente. A mudança de posição acentuou a pressão entre os pilotos que seguem diferentes blocos estratégicos na reta decisiva da corrida.
A movimentação nos boxes afetou outros pilotos do mesmo grupo, com impactos diretos no andamento da prova. Hauger, que ocupava a 3ª posição entre os que estenderam os stints, recebeu punição pela direção de prova por excesso de velocidade no pit lane durante a parada final.
Penalidade de Hauger altera o cenário
A punição obriga o piloto a cumprir uma passagem adicional pelos boxes, mudando as expectativas para a conclusão da prova. Com a sanção, o panorama da corrida passa a favorecer, na prática, os que já tinham realizado paradas anteriores e podem explorar maior margem de velocidade.
Os comitês de estratégia mantêm o foco na economia de combustível para o trecho final. O grupo de O’Ward e Rosenqvist opera com limites mais restritos, enquanto o pelotão da frente busca gerenciar a diferença de tempo até a conclusão das 200 voltas.
A disputa pelo ritmo volta a ficar acirrada conforme os carros com pneus menos desgastados tentam reduzir a distância para o grupo líder. A eficiência de cada parada e o consumo de combustível passam a definir quem avança na classificação.
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