A CBF apresentou nesta segunda-feira, em reunião com clubes, propostas para uma liga nacional voltada ao Brasileiro. O foco é enfrentar a violência de torcidas e problemas que afetam jogadores nos centros de treinamento. A iniciativa visa tornar o ambiente mais seguro para atletas.
Entre as medidas, está a responsabilização dos clubes pela segurança de jogadores durante atividades profissionais, nos CTs, aeroportos e em delegações. Punições podem ocorrer por descumprimento de regulamento ou em processos no STJD.
A logica é considerar a segurança do atleta como obrigação da agremiação, conforme a legislação trabalhista. Torcedores que intimidem ou ataquem podem ter restrição de acesso aos estádios.
Medidas para luta contra a violência nos estádios
A CBF planeja ampliar o uso de biometria na entrada de estádios, conectada ao cadastro nacional, para identificar e impedir a entrada de criminosos. A medida busca reduzir casos de vulnerabilidade entre público, especialmente mulheres e crianças.
A entidade também passa a atuar de forma mais ativa nos processos judiciais envolvendo violência. Aproximadamente 3 mil ações estão em curso, com objetivo de acelerar punições e evitar o acesso de infratores aos estádios.
Caso episódios graves ocorram em competições estaduais, a ideia é que a punição alcance o âmbito nacional. Por exemplo, estádios com portões fechados por confusões em Estadual poderiam ficar suspensos do Campeonato Brasileiro.
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