Muito abaixo das expectativas, o Vasco da Gama foi derrotado por 3 a 0 pelo Bragantino em São Januário, abrindo uma sequência negativa de três derrotas. A atuação destacou vulnerabilidade defensiva e pouca efetividade do ataque, conforme apurado pelo conjunto de resultados atuais.
Na manhã seguinte ao jogo, torcidas organizadas do clube, entre elas Força Jovem e Ira Jovem, se reuniram na portaria do CT Moacyr Barbosa para cobrar publicamente alguns atletas. Os manifestantes ouviram representantes de atletas, incluindo Marino Hinestroza, que foi alvo principal, juntamente com David, Carlos Cuesta, Nuno Moreira, Spinelli, Barros e Andrés Gómez.
Segundo o Vasco, o episódio não teve conotação institucional e as cobranças ocorreram de forma interna, sem registro de agressões físicas. Em entrevista coletiva, o diretor de futebol Admar Lopes afirmou que Renato Gaúcho permanece no cargo, destacando que a diretoria não solicitou a saída do treinador. O dirigente ressaltou que houve conversa aberta entre as partes.
O revés recente deixou o clube em situação delicada na tabela, com 20 pontos e na 16 posição. Apesar de priorizar o Brasileirão, o Vasco mira a Sul-Americana. O próximo compromisso é contra o Barracas Central, nesta quarta-feira, pela competição continental, e a vitória é necessária para avançar.
Detalhes da situação
- A derrota ocorreu no estádio de São Januário, após o time ter sofrido 10 gols nas três partidas recentes, com apenas dois marcados.
- O elenco envolvido inclui jogadores mencionados pelos manifestantes, que acompanharam os relatos sobre o desempenho da equipe.
- A próxima atividade oficial envolve o duelo pela Sul-Americana, que pode definir a permanência de Renato Gaúcho no comando técnico.
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