Tiago Splitter, atual técnico interino do Portland Trail Blazers, encerrou a temporada pedindo aos jogadores que erguessem a cabeça após a eliminação na primeira rodada dos playoffs. Em vestiário lotado, ele ressaltou a importância da trajetória da equipe e do amadurecimento vivido neste ciclo.
O treinador brasileiro destacou que os rivais da geração representaram uma “pedra no sapato” para o grupo, citando a rivalidade com a Argentina e, em especial, Manu Ginóbili, a seu ver o maior jogador latino da história. A declaração ocorreu durante entrevista exclusiva ao ge.
Sobre o futuro, Splitter confirmou o desejo de se tornar head coach, no Blazers ou em outra franquia que o tenha sondado, como o Chicago Bulls. Ele afirmou estar aberto a um salto maior na NBA e a futuros passos na gestão de equipes.
Em relação à seleção brasileira, o ex-jogador mencionou a possibilidade de assumir o comando no longo prazo. Ele explicou que, no curto prazo, prioriza a NBA e o calendário de competições FIBA, que pode dificultar conciliar clube e seleção.
Splitter também falou sobre o atual momento da NBA, avaliando que o Oeste tende a abrigar o campeão na reta final, com o Spurs em fase de crescimento e o Oklahoma City Thunder como destaque da temporada regular. Still, citou possibilidades de lesões influenciarem os resultados.
Na visão do técnico, Ginóbili é o maior jogador latino já visto, reconhecendo a superioridade dos argentinos em momentos decisivos. Ele reforçou o respeito mútuo entre as equipes e a admiração pelos atletas da geração dourada.
Por fim, Splitter comentou a liderança da geração brasileira na seleção, destacando Yago, Gui Santos e Bruno Caboclo como pilares em desenvolvimento. Ele apontou que o basquete representa competição intensa e requer garra em decisões internacionais.
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