Mohamed Salah se despediu do Liverpool após quase dez anos. O egípcio, muçulmano e ídolo do clube, é citado em estudo da Universidade de Stanford (2019) como agente na redução de ódio na região de Merseyside, onde fica o time. A pesquisa aponta queda de quase 20% em crimes de ódio desde a chegada de Salah, em 2017.
Segundo o estudo, a idolatria acompanhado de comportamento fora de campo atua como ponte entre fãs e comunidades. Salah fala abertamente sobre a religião e se envolve em causas humanitárias, ajudando a desconstruir percepções negativas sobre estilos de vida diferentes.
A pesquisa indica que o que o atleta faz fora das quatro linhas impacta a vida da comunidade. O texto cita ainda outros atletas como Neymar, Militão, Messi e Robinho, sugerindo que exemplos públicos influenciam atitudes sociais. A matéria ressalta o efeito de atitudes responsáveis no combate à violência e à dessensibilização.
Entre na conversa da comunidade