O jornal inglês The Independent analisou por que Cristiano Ronaldo não figura entre os 50 maiores nomes da história das Copas do Mundo. A série especial já revelou 40 atletas e aponta o atacante como ausente do top 10 esperado. A explicação vem em artigo assinado pelo jornalista Richard Jolly.
Segundo o texto, o desempenho de CR7 em Mundiais nunca acompanhou a sua trajetória dominante em outras competições, principalmente na Liga dos Campeões. A avaliação sustenta que a grandeza do jogador foi construída fora das fases decisivas da Copa.
No recorte de 2022, Ronaldo ficou no banco de reservas nas oitavas de final contra a Suíça, quando Gonçalo Ramos brilhou ao marcar três gols na vitória por 6 a 1. Mesmo assim, o artigo reconhece momentos marcantes, como o hat-trick na fase de grupos de 2018 contra a Espanha.
Justificativa da ausência
O texto reforça que, apesar de recordes de jogos e gols por seleções, o histórico de Ronaldo em Copas não apresentou o mesmo pico observado em clubes. A ausência é justificada pela ausência de gols decisivos em eliminações, segundo a avaliação do jornalista.
O documento também destaca Portugal em 2006, sexta participação de Ronaldo em Copas, quando a seleção chegou às semifinais sob comando de Luiz Felipe Scolari. Ainda assim, o foco permanece na comparação entre Mundiais e competições de clube.
Possível reencontro em 2026
O artigo encerra mantendo a possibilidade de Ronaldo alterar esse cenário na edição de 2026. Aos 41 anos, ele chega ao torneio como recordista de jogos e gols por seleções, no que pode redefinir a percepção histórica caso vá longe nas fases finais.
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